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ZAHIA - CASA DE AVÓ!

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Nesta manhã tive mais uma de minhas alegrias no Zahia! A cena que sempre se repete: chega uma cliente, com etiqueta da Maternidade Brasília, que é aqui ao lado, procurando alguma coisa para comer e levar para o hospital. Geralmente são os avós, que acabaram de ter a alegria e o alívio de verem a carinha de seu/sua tão esperado(a) netinho(a)! E eu, que acabo de passar mais uma vez por essa maravilhosa experiência, da "vóternidade", tenho agora potencializada essa alegria de poder compartilhar esses momentos… Hoje foi a Sueli quem chegou, logo cedo! Sua netinha acabara de nascer! Estava feliz, emocionada! Veio comprar pão de queijo e café para os outros avós, o pai e quem mais lá estivesse. Foi logo me contando: "Já tenho outros netos, mas a emoção é sempre enorme!" Sei disso, Sueli! E é prá você, essa postagem de hoje! A gente não tem nem palavras pra expressar essa alegria que é o nascimento de uma netinha ou netinho! Ficamos lá as duas, ...

LUANA!

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Luana chegou! Cheia de mistério como a lua, fez suspense para nascer! Cheia de charme e beleza, como toda mulher deve ser! Que aprendam a esperar por mim desde já… esse foi o recado que ela, soberana, quis dar! Majestosa, a princesinha estava esperando o dia certo para nascer. Nasceu no dia três, como mamãe e vovó! Agora somos três, as mulheres do dia três! Três gerações do feminino, herança intuitiva, de saberes e segredos, que ela já traz em seu nome: Luana, filha da luz, iluminada, intuitiva! Reporta-se também à figura da mítica Helena, de beleza sedutora e deslumbrante! O que eu sei, é que a nossa Luana, hoje é uma meiga menina, quietinha, calminha como sua mãezinha, desde que nasceu… Criança tão esperada, planejada, chegou para o casal Ednea e Ricardo, já amadurecidos, preparados e ansiosos para recebe-la! Com certeza traz em sua bagagem, muita felicidade para todos nós, seus pais, seus avós, seus tios e os priminhos, com quem haverá muito de brincar! Sej...

Mariana e Daniel, uma história de amor no Zahia...

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Era uma vez uma bela moça e um belo rapaz que moravam no Sudoeste, bem pertinho do Zahia. Acordaram num feriado e resolveram tomar café da manhã no Zahia. Chegaram lá, o Café estava fechado… conversa vai, conversa vem… os dois se conheceram melhor! Para encurtar a história, começaram a namorar e passaram a marcar ponto todos os dias no Zahia!  Hoje tive a alegria de receber o convite de casamento dos dois! Essa é uma das muitas histórias de amor do Zahia!  Gosto de dizer que aqui eu ouço e acontecem as histórias de amor… Nada mais gratificante para quem tem duas profissões! No consultório, como psicóloga, as pessoas me procuram por causa de suas histórias de dor! No Café, possibilitamos que as pessoas vivam e nos contem e comemorem suas histórias de amor! É muito gratificante também quando os ex-clientes do consultório que já tiveram alta, voltam aqui para comemorar as suas vitórias e trazem seus novos amores para me apresentar! E assim vou levando a vida...

E A VIDA CONTINUA….

E a vida continua… nas sementes plantadas, nos exemplos deixados, nos escritos lidos, não lidos e nos relidos, nos questionamentos, nas brigas e desafetos, nas queixas resolvidas e não resolvidas, nas separações e junções, nas mágoas, nas raivas e nos amores, nas noites mal dormidas, nos esquecimentos dos atos falhos, nos tribunais de certidões rasgadas, nas confissões  de sacristia, de  consultório, ou de alcova... a vida continua entre crianças e amantes... a vida continua nas noites dançantes, nos parques andantes, e verdejantes, nas praias ensolaradas, nas matas, entre rios e cachoeiras… a vida continua na correria da cidade, entre ambulantes e mercantes. a vida continua entre vadias, mendigos bêbados e drogados, a vida continua nos templos e nos terreiros, a vida continua, entre crédulos e ateus.. a vida continua neste e no outro mundo… quer você queira, ou não!

A HISTÓRIA DO GIGANTE QUE MUDOU

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Queridos netos Martín e Luana, Sentem aqui no colo da vovó, que eu quero contar uma história para vocês… Essa é uma história verdadeira! Era uma vez, um Gigante que mora no planeta Terra. Ele sempre foi muito lindo e bem grande! Desde que nasceu, e que as pessoas o descobriram, todos queriam ser dono dele! Ele foi crescendo, crescendo, e a cada dia ficando mais forte. Uma vez, eu me lembro, eu tinha uns dez anos, ele começou a espernear, pois queriam fazer com ele muitas coisas que ele não concordava. Aí começaram a bater nele, tamparam a boca dele, pra não deixar ele falar!!! Foi muito triste… O Gigante ficou tão triste, tão triste, mas tão triste mesmo, que desistiu de espernear… ele, então, passou a ficar bonzinho… Com o passar dos anos, o Gigante foi crescendo, crescendo, mas como ele não percebia a sua força, as pessoas foram fazendo ele de bobo, foram roubando ele, e ele nem reclamava mais, pois ele já tinha desistido de espernear e de reclamar… ele até já tinh...

NINHO VAZIO????

Outro dia eu estava sentada à mesa do Zahia do Deck Norte, quando uma leitora passou por lá e me pediu para escrever sobre esse tema! Ela passou correndo, era sua corrida hora do almoço. Pelo que entendi está passando por essa fase em que os filhos começam a sair de casa. Na hora, lembrei da minha primeira cena, quando meu filho primogênito saiu de casa.. e foi difícil, pois ele  nem completara 17 anos e já tinha sido aprovado no vestibular da USP em São Paulo. Era um misto de alegria, orgulho e dor da partida precoce de um filho adolescente que tão cedo entregamos ao mundo, com nosso coração apertado, sem saber se um dia teremos ele de novo conosco morando em nosso lar. Sentimentos também de incerteza se lhe demos a melhor educação.. se a bagagem de amor, carinho e orientação para a vida foram suficientes para a jornada que eles ainda não sabem, mas nós, como pais, sabemos que eles irão encontrar… Minha leitora passou correndo, como correndo são os nossos dias e apressados ...

CASA DO LAGO, REFLETINDO, NAS AGUAS DOURADAS, A ALMA DA GENTE

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Trimmmm… Chegaram? Então acende todas as luzes… Dá licença, que eu vou recebe-los…  E é assim,  com esse jeito de quem recebe os amigos em casa, que a prima Diva, recebe seus hóspedes na Casa do Lago. A minha história desse magnífico final de semana começou quando eu inventei de investigar sobre a história da família Cassis, da migração, e da sua relação com o sacerdócio na Igreja Ortodoxa, já que Cassis, não é necessariamente, um sobrenome, mas significa que houve na família algum sacerdote. Fomos criados  em Brasília, longe da família do meu pai,  que é toda do estado de São Paulo. Depois que ele se foi, com a abertura do Zahia e posteriormente com a minha aproximação da Igreja Ortodoxa e da comunidade árabe, veio a curiosidade de investigar mais sobre as minhas raízes árabes, sobre a história da migração.  E foi aí que descobri a Diva Nassar, filha da tia Chafika Cassis, que era irmã do meu avô Miguel Nassif Cassis e, ...